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sábado, 8 de maio de 2010

VENDIDA A FAMOSA LOJA DE DEPARTAMENTOS INGLESA HARRODS


O empresário de origem egípcia Mohamed Al Fayed vendeu a Harrods, em Londres, para investidores do Qatar

O empresário Mohamed Al Fayed vendeu a famosa loja britânica de departamentos Harrods, em Londres, para investidores do Qatar, de acordo com seus assessoria financeira, a Lazard International. O preço de venda não foi anunciado, mas a BBC e a Sky News divulgaram que o valor teria alcançado cerca 1,5 bilhão de libras (US$ 2,2 bilhões)


A família Al Fayed concordou em vender o Grupo Harrods para a Qatar Holding. Al Fayed, de origem egípcia, se uniu a seus dois irmãos para comprar a Harrods em 1985. Durante um quarto de século, ele foi o controlador do grupo.


Seu filho Dodi morreu juntamente com a princesa Diana em um acidente de carro em Paris, em 1997, e nos últimos anos Al Fayed tem direcionado muito tempo e dinheiro para provar que o casal foi vítima de uma conspiração.


De acordo com o presidente da Lazard International, Ken Costa, depois de 25 anos como presidente da Harrods, Mohamed Al Fayed decidiu se aposentar e passar mais tempo com seus filhos e netos. Segundo ele, Fayed transformou a Harrods em uma marca exclusiva de luxo reconhecida mundialmente. Com sua decisão de se aposentar, ele quis assegurar que o legado e a tradição que ele construiu na Harrods seriam continuados e que a equipe que ele montou fosse encorajada a desenvolver as fundações que ele plantou.


A Qatar Holding será o quinto proprietário da Harrods desde que Henry Charles Harrod abriu uma pequena mercearia em 1849.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

MUSEU COMPRA CARRO MAIS CARO DO MUNDO


Um dos dois únicos exemplares existentes no mundo do Bugatti 57SC Atlantic, produzido em 1936, foi vendido em leilão na semana passada por um valor entre US$ 30 milhões e US$ 40 milhões - o equivalente a algo entre R$ 53 milhões e R$ 71 milhões - e se tornou o carro mais caro do mundo.

O Bugatti foi arrematado pelo
Museu Mullin Automotive, sediado em Oxnard, na Califórnia. Segundo informa o jornal novaiorquino The Wall Street Journal, por trás da operação estaria um grupo de norte-americanos colecionadores de carros clássicos.

O Bugatti 57SC Atlantic é reconhecido como um dos automóveis mais desejados do mundo e fazia parte do espólio do milionário americano Peter D. Williamson, falecido em 2008.


Após esta transação recorde, o carro que antes detinha o "título" de mais caro no mundo, um Ferrari Testarossa ano 1957, caiu para segundo lugar. Esta Ferrari foi vendida no ano passado em um leilão na Itália por US$ 12,2 milhões, algo em torno de R$ 21,7 milhões.

A história do Bugatti 57SC Atlantic começa quando ele foi construído sobre o conceito do cupê Electron Aerolithe, apresentado em 1935 no motorshow de Paris. O carro foi produzido por Jean Bugatti, filho de Ettore Bugatti - fundador da marca de automóveis que leva seu sobrenome.

Como habitual dos modelos Bugatti, o 57SC Atlantic apresentou avanços tecnológicos para sua época e foi considerado uma obra-prima do design. Apenas três carros deste foram fabricados, mas somente dois ainda existem hoje em dia. Um deles é o que foi leiloado agora e o outro pertence ao milionário estilista norte-americano Ralph Lauren, de 70 anos.

CENTENÁRIO DA ERMENEGILDO ZEGNA


Em 2010, comemora-se o centenário de fundação da Ermenegildo Zegna, uma das marcas mundiais mais antigas e ao mesmo tempo mais importantes do luxo masculino, símbolo de status, poder e elegância.

Quando em 1910, na pequena cidade de Trivero, Itália, Ermenegildo Zegna transformou a fiação criada pelo seu pai a meados do século XIX, no Lanifício Zegna, talvez nem pudesse imaginar que após 100 anos, sua marca continuaria na vanguarda do desejo e, se guiando e zelando pelos mesmos princípios instituídos à época da sua fundação.

A busca pela qualidade aliada à inovação e ao empreendedorismo, foram valores estabelecidos por Ermenegildo e que norteiam a gestão do negócio ao longo de todas as gerações dos Zegna.

Num movimento impensado para a época, Zegna foi buscar na Inglaterra a tecnologia necessária para estabelecer o padrão de qualidade que almejava para os seus tecidos. Com todo o maquinário importado, alinhavou parcerias diretas com fornecedores de matérias-primas de altíssima qualidade na Austrália e na América Latina, o que trouxe notáveldiferenciação e imediato reconhecimento para seus produtos.

Visionário e com forte senso comercial e mercadológico, foi o primeiro a assinar os tecidos e já em 1938, exportava para os Estados Unidos, aproveitando da sua fama junto aos alfaiates italianos emigrados para esse país.

A terceira geração Zegna, integrada pelos filhos Angelo e Aldo, assumiu o controle em 1960 e foi responsável pelo início da verticalização do grupo. A Ermenegildo Zegna agora assinava uma linha de alta alfaiataria e uma pret-à-porter. Posteriormente, em 1968, surge uma linha de acessórios e outra de sportswear, propostas que ainda hoje continuam atraindo as novas gerações, filhos e netos dos antigos e atuais clientes da marca.

A diversificação e a inovação do portfólio continuou e em 1972, o Su Misura ("sob medida"), um serviço de alfaiataria personalizado, foi criado com uma oferta que vai além das medidas certas do corpo. Nele, um mundo de exclusividade se abre ao cliente: uma vasta gama de cores, texturas e materiais top quality Zegna, fundamento da marca. Aquele cliente que passar pela discreta, mas não menos imponente porta de madeira escura e entrar no espaço reservado Su Misura, irá se surpreender com o finíssimo 14 Milmil 14 de lã australiana e o Traveller Micronsphere, que não amassa e possui tratamento para repelir líquidos, além de 450 outros tipos de tecidos.

A quarta geração, ainda hoje no comando da marca, deu continuidade ao processo de verticalização e trouxe o varejo como forma de garantir a qualidade também nas vendas. Assim a primeira loja foi aberta em Paris, em 1980, servindo como uma grande vitrine para a marca, e até o final da década, Zegna inauguraria as lojas de Milão e a primeira nos Estados Unidos. Era o início de um sistema capilarizado que hoje conta com 547 pontos de venda, sendo 320 lojas próprias com o trunfo da proximidade junto ao cliente, do controle da ambientação da marca e dos serviços de venda e pós-venda.

O empreendedorismo levou também a marca a ser uma das pioneiras no setor do luxo masculino a abrir operações na China. Já em 1991, a marca inaugurou sua primeira loja, talvez visualizando a importância que esse país viria a assumir para o Grupo Zegna. A China é hoje, a segunda operação da marca e com um ritmo de crescimento que logo ultrapassará a primeira, os Estados Unidos.

Outra contribuição da quarta geração da família foi a expansão do portfólio através de parcerias e licenciamentos que ampliaram a oferta de produtos - sempre alinhados com a qualidade tradicional - completando assim o "estilo Zegna". Desta forma, nos anos 2000, a marca passou a vender óculos, fragrâncias e acessórios de couro, esses últimos resultado de uma joint venture com a Salvatore Ferragamo. E é com discreta satisfação que Paolo Zegna, atual Presidente do Conselho, admite que produz os ternos das marcas Gucci, Armani, Versace e Tom Ford.

A missão atual do Grupo Zegna é tornar a marca líder no segmento luxo de moda masculina, objetivo este que passa por uma globalização cada vez maior. Assim, mercados como Brasil, Índia, Rússia e China são a bola da vez. No Brasil, a marca existe desde 2001, a princípio no regime de franchising, mas a partir em 2008, o Grupo assumiu a operação no país abrindo cinco lojas.

O público-alvo nos mercados emergentes é composto principalmente por jovens com um perfil mais moderno, dinâmico e sofisticado. Nesses países, o espírito da inovação, do empreendedorismo e da vanguarda - que são importantes diretrizes na vida desses novos consumidores - vem de encontro aos valores que na sua época o próprio fundador Ermenegildo Zegna estabeleceu para a marca de sua criação. Esses valores, impregnados nos produtos e serviços Zegna são a materialização do DNA da marca e continuam atraindo "novos" homens pelo mundo todo.

Fonte: Gestão do Luxo

quinta-feira, 6 de maio de 2010

PRIMEIRO HELICÓPTERO COM A ASSINATURA MERCEDES-BENZ


A Mercedes-Benz mostrou o primeiro fruto de sua parceria com a construtora de helicópteros Eurocopter - O modelo EC 145, montado em seu interior pela marca alemã, mais conhecida pelos seus carros esportivos.

O ponto mais alto em viagem pessoal, inspirado pela série de carros R-Class da Mercedes-Benz. Diferente dos carros, porém, este helicóptero que tem velocidade aproximada de 270 Km/h, carrega oito passageiros com muito estilo e conforto, possui TV, frigobar e os necessários porta-copos.


O chão é de madeira, mas os bancos podem ser decorados com os tons que você quiser, ou mesmo um brasão de família, se você for esse tipo de pessoa. E para algo que fica a maior parte do tempo longe do chão, chega a ser uma surpresa os compartimentos para guardar bicicletas ou tacos de golfe na cauda.

Disponível no fim de 2011, e sem preço divulgado por enquanto.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

ESTOJO LOUIS VUITTON PARA O TROFÉU FIFA


O troféu da Copa do Mundo será transportado dentro de um estojo produzido pela grife de luxo francesa Louis Vuitton. A parceria da empresa de moda com a Fifa foi anunciada nesta terça-feira (4), em Zurique, na Suíça. A taça Fifa mede 36,8 cm, pesa 6,175 quilos e é feita de ouro 18 quilates.

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, encomendou o estojo especialmente para o transporte da taça na Copa do Mundo, que será disputada na África do Sul de 11 de junho a 11 de julho. "O troféu da Copa do Mundo é o nosso bem mais precioso", afirmou Blatter ao site oficial da Fifa. "Uma peça tão estimada merece um estojo de viagem com a mesma elegância e prestígio. De agora em diante, o troféu viajará não apenas em segurança, mas também em grande estilo."

A partir da próxima sexta-feira (7), o troféu da Copa do Mundo vai fazer um 'tour' pela África do Sul. A taça começará a ser exibida em diversos pontos do país. Para abrir o tour sul-africano foi escolhida Khayelitsha, uma das maiores comunidades do país, que fica na Cidade do Cabo.

terça-feira, 4 de maio de 2010

MAIOR IMAGEM DO MUNDO


O fotógrafo Gerald Donovan fez a maior foto do mundo, com 45 bilhões de pixels.

A imagem mostra *Dubai, nos Emirados Árabes.


Para criar a megafoto, Donovan utilizou uma máquina Canon 7D. Ele levou cerca de três horas e meia para fazer as 4.250 imagens que compõem a panorâmica.


O fotografo encarou temperaturas próximas aos 37ºC. Segundo o G1, a máquina ficou tão quente que, próximo ao fim da jornada, foi difícil segurá-la com firmeza para capturar as últimas fotos.

domingo, 2 de maio de 2010

BREITILING AVENGER SEAWOLF CHRONO BLACKSTEEL – EDIÇÃO LIMITADA


A linha Avenger Seawolf Chrono da Breitling, que a marca afirma ser o único cronógrafo estanque e funcional a 1000 m de profundidade, passa agora a contar com uma nova série limitada denominada “Blacksteel”, e que se destaca pelo seu look invulgar, à imagem das suas performances.

Com uma caixa em aço, negra, submetida a um tratamento ultra-resistente à base de carbono, e um aro rotativo unidireccional, também negro, este novo modelo não prescinde da habitual coroa aparafusada e dos pistões com relevo anti-derrapante negros. O mostrador negro, no qual se destacam os indexes e os ponteiros luminescentes brancos assim como os contadores sublinhados a vermelho, atribuem-lhe um aspecto original, técnico e forte, que dá um destaque especial à série limitada Avenger Seawolf Chrono Blacksteel em relação a todos os relógios de mergulho da marca.

Mas a sua melhor virtude, oculta-se no interior da caixa, graças ao seu sistema de pistões magnéticos. Este dispositivo patenteado e exclusivo da Breitling, permite activar os comandos através do metal da caixa, sem necessidade de um contacto mecânico directo. Resultado: enquanto que a maioria dos cronógrafos não pode ser utilizada durante uma sessão de mergulho, o Avenger Seawolf Chrono é dos raros instrumento deste tipo perfeitamente estanque e funcional até uma profundidade recorde de 1000 metros.

Para acompanhar os profissionais habituados às grandes profundidades com toda a segurança, este cronógrafo foi dotado com uma válvula de descompressão de hélio e um cristal de safira com tratamento anti reflexo que garante uma legibilidade optimizada em qualquer circunstância. O calibre SuperQuartz™ com que está equipado, assegura-lhe uma precisão dez vezes superior aos movimentos de quartzo comuns, medindo ainda o tempo em 1/10 de segundo, com indicação de tempos intermédios.

O Avenger Seawolf Chrono Blacksteel, produzido numa série limitada de 2000 exemplares para todo o mundo, está disponível com bracelete em cautchouc Diver Pró preta, ou com bracelete em cautchouc Ocean Racer com orifícios. Numa ligação à aliança privilegiada da Breitling com a aeronáutica, o limite externo do mostrador duplica a sua função como rosa-dos-ventos permitindo memorizar um percurso – quer seja por terra ou pelo ar.

Características técnicas:

Movimento:

Calibre Breitling 73, movimento SuperQuartz™ termo-compensado, cronómetro oficialmente certificado pelo COSC. Cronógrafo de 1/10 de segundo, contadores de 60 minutos e 12 horas com tempos intermédios (ponteiro rattrapante). Calendário.

Caixa:

Aço preto, série limitada a 2000 exemplares. Estanque a 1000 m (pistões funcionais). Coroa aparafusada. Aro rotativo unidireccional. Cristal de safira convexo, com tratamento anti-reflexo de dupla face. Diâmetro 45,40 mm. Mostrador: Preto Volcano. Braceletes: Diver Pro ou Ocean Racer.

Preço:

Avenger Seawolf Chrono Blacksteel com Pulseira Diver Pro/Diver Pro II e Fivela Diver Pro Blacksteel - 3.860,00€

Avenger Seawolf Chrono Blacksteel com Pulseira Ocean Racer/Diver Pro II e Báscula Ocean Racer Blacksteel - 4.095,00€

OBS: Previsão de apenas 20 unidades para o Brasil.

Fonte : Relogios & Relógios