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quinta-feira, 17 de março de 2011

JOALHERIA GARRARD - PARA PRINCESAS MODERNAS


A joalheria britânica Garrard existe desde 1735, e voltou a dar o que falar quando o príncipe William presenteou Kate Middleton com um anel de noivado da grife, no final do ano passado

Qual seria a mais simbólica, a mais marcante, a que evocaria as mais belas histórias e sentimentos? Provavelmente, se essa pergunta fosse feita dois anos atrás, as respostas se dividiriam entre um solitário Tiffany ou um Trinity Cartier. Mas desde o fim de 2010, esse podium romântico ganha um novo competidor de peso.

Novo, é modo de dizer, é claro, afinal, a grife inglesa Garrard existe desde 1735, mas sua fama ganhou nova dimensão quando, no final do ano passado, a futura princesa da Inglaterra, Kate Middleton, ganhou do príncipe Harry a aliança de noivado que havia sido da princesa Diana.

Com estilo inconfundível, a jóia traz uma safira azul de 12 quilates escoltada por 14 diamantes e seu design é tão contemporâneo que ela nem parece ter sido criada nos anos 1980, quando, dizem as boas e más línguas, foi comprada pelo príncipe Charles por 65 mil dólares.


A foto oficial do casal (que rodou o mundo) mostra a peça, que reflete as características da Garrard e traz à tona sua história. Robert Garrard assume sozinho o controle da que então era uma sociedade joalheira em 1802, quando dá nome à empresa.

Com seu falecimento, em 1818, seus filhos Robert Garrard II, James e Sebastian o sucedem nos negócios.

Declarada fornecedora oficial da corte britânica em 1843, pela rainha Vitória, a grife assumiu também a responsabilidade de manter e cuidar das jóias da coroa britânica e a própria coroa real. Hoje já acumula seis gerações de reis franceses entre seus clientes.

A diadema do rei Jorge IV, o cetro do soberano e a tiara da rainha Mary estão entre as preciosidades sob a guarda – e a manutenção – da Garrard. Para se ter idéia, em uma das imagens mais conhecidas da rainha Vitória, a soberana aparece com uma pequena coroa de diamantes feita pela Garrard em 1870.


Mas não foi apenas sua ligação com a realeza que tornou a marca imortal. As alianças produzidas pela marca, de um modo geral, são verdadeiros sonhos de consumo devido, principalmente, a dois fatores.

O primeiro chegou a inspirar a Tiffany: são seis garras estilizadas que prendem a pedra (normalmente um brilhante, no caso de alianças) à base do anel.

O segundo é a lapidação desenvolvida pela grife inglesa, batizada de “eterna”, em que as facetas da pedra se assemelham a pétalas, o que propicia uma difusão da luz ainda maior do que a média dos diamantes proporciona.


Ela foi desenvolvida pela joalheira-mestre Gabi Tolkowsky, que ficou conhecida por ter lapidado o maior diamante do mundo.

A sutileza desse tipo de lapidação, segundo ela, “destaca uma elegância única, pois seu brilho difuso é suave, e pode ser comparado ao brotar de uma flor”.


As alianças vintage e da linha “eduardiana” reforçam ainda mais a herança real da marca, e são as mais procuradas.

As gemas escolhidas pela Garrard também são especiais, e têm, no mínimo, 1 quilate, mas podem chegar a 10, no caso de um anel. Rubis de 50 quilates e outras pedras surpreendentes fazem parte do acervo, mas só são utilizadas em peças chamadas “treasure”, feitas sob encomenda, e sem preço divulgado.


Depois de anos parada no tempo, tendo como único apoio sua rica história, a marca é relançada, desta vez internacionalmente, em 2002.

Agora, vive o desafio de apresentar um design contemporâneo e conquistar novas gerações de consumidores. E, ao que tudo indica, na realeza britânica - ao menos no que depender do príncipe William - isto já está acontecendo.


Website: www.garrard.com

Fonte: Gestão do Luxo

quarta-feira, 16 de março de 2011

CINTO DE LUXO ROLAND ITEN & BUGATTI – LIMITED EDITION



A Roland Iten, uma marca de fivelas mecanicas e produtos diferenciados de alto luxo, juntou-se à carismática Bugatti Automobiles e criaram o R22 Mk.I, cujo o fecho mecânico é fabricado em Genebra, com ferramentas usadas em relojoaria.

Os cintos tradicionais têm 90, 100 110 ou 120 cm de comprimento, mas o fecho mecânico Roland Iten R22 Mk.I-22mm “Bugatti edition” é micro-adaptável a qualquer tamanho, seja ele 87.29 - 99.45 ou 108.98 cm.

Além disso, permite uma expansão de 22 cm, que se consegue de forma discreta, através de uma engrenagem reversível, libertada na parte de trás do fecho, uma invenção à espera de patente.

Série limitada a 22 exemplares em ouro branco, 22 em ouro rosa, 48 em aço e titânio e 48 em aço escuro e titânio.

Website: www.rolanditen.com

Conheça um pouco do que a Roland Iten fabrica, assistindo ao vídeo:
“Roland Iten - Mechanical Luxury for Gentlemen “

terça-feira, 15 de março de 2011

ARTESANATO COM PRECISÃO SUÍÇA


A relojoaria suíça Parmigiani Fleurier vende peças exclusivas de até US$ 4 milhões e enxerga o Brasil como o seu principal mercado na América Latina.

Precisa um relógio custar mais de US$ 3 milhões? Se ele for superexclusivo, a ponto de ninguém mais ter um modelo exatamente igual, manufaturado à mão por experts do ramo especialmente para um único cliente, sim. É com esse marketing que a marca suíça Parmigiani Fleurier, uma balzaquiana de 34 aninhos em meio a cultuadas marcas centenárias, se consolidou no seleto mercado mundial de luxo.

Tudo na história e nos produtos da Parmigiani Fleurier evoca a nobreza, a exclusividade e a riqueza.

Gerida, atualmente, pela fundação da família mais rica da suíça, os Sandoz – proprietária da empresa farmacêutica de mesmo nome, líder mundial na produção de remédios genéricos e que fatura cerca de US$ 7,5 bilhões por ano, a empresa foi fundada em 1976 pelo relojoeiro suíço Michel Parmigiani, discípulo de Marcel Jean-Richard (descendente de uma renomada família de relojoeiros).


Produzidas artesanalmente, as peças da grife levam em média sete meses para ficar prontas. Os inúmeros detalhes e refinamento de cada componente – muitos deles pedras e metais preciosos, ajudam a entender o conceito de exclusivo e o porquê de seus altos preços.

Seu CEO, Jean-Marc Jacot, que esteve pela primeira vez no País, justifica que os valores refletem a elegância daqueles que têm o privilégio de usar um Parmigiani Fleurier. “Nossos preços vão de US$ 8 mil a US$ 4 milhões, mas a média fica em torno de US$ 60 mil”, diz Jacot.

A tecnologia suíça, aliada à delicadeza do trabalho de seus artesãos, faz da marca uma das mais desejadas do mundo. Somente cinco mil relógios são produzidos anualmente, para poucos usarem

As peças acima de US$ 1 milhão são as feitas por encomenda e customizadas conforme o desejo de seu comprador. A empresa comporta cinco fábricas que dividem o processo de produção entre seus 550 funcionários. Sua principal concorrente é a também suíça Patek Philippe criada em 1851.

“A Rolex não está no mesmo nicho de mercado, já que produz cerca de um milhão de relógios ao ano”, afirma Jacot. A produção anual da Parmigiani é de somente cinco mil relógios.

Possui representações em 70 países e conta com uma rede de 250 pontos de venda espalhados pelo mundo, para fazer chegar suas peças nos pulsos de seus seletos consumidores. Reconhecida como um centro de excelência na fabricação de relógios, a Parmigiani empresta não só sua elegância aos seus consumidores seletos, mas também a sua mecânica de alta precisão a outros clientes da relojoaria (como os também suíços Corum e Richard Mille).

“Somos uma empresa completamente verticalizada. Tudo é feito lá dentro, exceto as pulseiras de couro, que são da Hermès”, diz Jacot.

E quem seriam os privilegiados comprados de relógios da sofisticada marca suíça? Entre os principais clientes da Parmigiani no mundo estão grandes colecionadores endinheirados e personalidades como o cultuado estilista Giorgio Armani e o monarca mais rico do mundo, o rei Bhumibol Adulyadej, da Tailândia – que acabou de receber em seu palácio um exemplar Parmigiani de cerca de US$ 3,8 milhões.

Website: www.parmigiani.ch

Fonte:
IstoÉ Dinheiro: edição 682

segunda-feira, 14 de março de 2011

GASTOS DE BRASILEIROS NO EXTERIOR BATEM RECORDE


Com dólar barato e aumento da renda, brasileiros tiveram gasto recorde, estão entre os que mais consomem no exterior e já recebem tratamento diferenciado, principalmente em lojas que vendem artigos de luxo.

Os gastos dos turistas brasileiros no exterior não pararam de crescer durante todo o ano de 2010, com recordes sucessivos, inclusive fora dos meses de férias. Em dezembro, o resultado teve mais um recorde, ficando em R$ 2,87 bilhões (US$ 1,72 bilhão) e levando o ano de 2010 ao resultado inédito de R$ 27,47 bilhões (US$ 16,44 bilhões).

O resultado de 2010 é 51% superior ao registrado em 2009, que também era o recorde anterior com R$ 18,19 bilhões (US$ 10,89 bilhões). A série do Banco Central para o setor externo foi iniciada em 1947.

Os motivos da disparada dos gastos dos brasileiros lá fora são o dólar barato, que faz com que as famílias optem em ir para outros países, em vez de passar as férias no Brasil, e o aumento do emprego e da renda nos últimos anos que deixa os brasileiros mais confiantes e com possibilidade de gastar mais nas férias.


De acordo com Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico do BC, o recorde mostra que os brasileiros estão viajando mais e gastando mais nas viagens, graças ao poder aquisitivo mais elevado.


Em 2010, o saldo de viagens internacionais foi o mais elevado da série, vinculado ao aumento da renda e emprego. Fechamos com crescimento de 51% nas despesas [gastos dos brasileiros] e tivemos receita [gastos de estrangeiros no Brasil] com crescimento de 12%, um crescimento significativo.

Entre janeiro e dezembro deste ano, os gastos dos turistas estrangeiros no Brasil chegaram a R$ 9,86 bilhões (US$ 5,9 bilhões), 12% a mais do que o registrado no mesmo período do ano passado - quando as receitas foram de R$ 8,86 bilhões (US$ 5,3 bilhões).


Brasileiros, bem-vindos ao exterior

Estados Unidos
• Até 2015, o Brasil deve passar de 7º para o 5º lugar em número de visitantes
• Na lista dos sete maiores visitadores dos EUA, em 2009, o Brasil foi o único que registrou crescimento positivo, de 16%, em relação a 2008. Passou de 769 mil para 893 mil turistas em 2009
• 1,2 milhão de pessoas em 2009 e 2,6 milhões de pessoas em 2010.

França - Paris
• Brasileiros estão entre os que mais gastam no país
• Segundo cliente na Galeries Lafayette
• Gasto médio por dia é de 760 euros
• 450 mil pessoas em 2009 e 500 mil pessoas em 2010

sábado, 12 de março de 2011

RÉMY MARTIN – EDITION LIMITÉE CANNES 2011


A edição limitada e comemorativa da Rémy Martin homenageia o 64ª Festival de Cannes/2011, com uma garrafa toda preta com detalhes dourados que ilustram as películas cinematográficas.

A cor dourada remete a época de ouro do cinema e tem a logomarca de Cannes no gargalo. Foram produzidas 700 unidades numeras individualmente em garrafas de 1 e 1,5 litros.

A homenagem será lançada no Duty Free IAADFS Show ainda este mês, e nas lojas a partir de maio...Imperdível!

Assista ao vídeo promocional.

sexta-feira, 11 de março de 2011

HARLEY-DAVIDSON BELL & ROSS





Harley-Davidson e a fabricante de relógios Bell & Ross se uniram para produzir uma moto personalizada construído pela Speed Shaw & Custom.

A motocicleta única baseia-se na Harley-Davidson Softail FXSTB , possui um relógio Bell & Ross BR 01- fibra de carbono, montado sobre o tanque de combustível em cima de uma placa de alumínio usinado.

A Bell & Ross Harley-Davidson recebeu uma pintura personalizada com anodizado azul e preto fosco para dar ênfase ao relógio.

O pára-choque traseiro artesanal incorpora uma saída para esse extraordinário sistema de escape e um motor de 1690cc

A moto estreiou na London International Bike Show e será mostrado em vários pontos da Europa nos próximos meses.

quinta-feira, 10 de março de 2011

CARLOS SLIM – O MAIS RICO DO MUNDO


Nova York, (EFE) - O empresário mexicano Carlos Slim voltou a superar os americanos Bill Gates e Warren Buffett e apareceu nesta quarta-feira (9) pelo segundo ano consecutivo como o homem mais rico do mundo, segundo a revista Forbes, enquanto o brasileiro Eike Batista aparece no oitavo lugar.

Segundo homem mais rico da América Latina, com US$ 30 bilhões, Eike manteve a posição alcançada no ano passado. O empresário lidera uma lista de 30 brasileiros que aparecem no ranking, que a revista americana publica há 25 anos.

"O destaque deste ano são os Brics", declarou à Agência Efe em Nova York o presidente do grupo editorial Forbes, Steve Forbes, ao apresentar a lista, se referindo ao grupo de países formado por Brasil, Russia, Índia e China.

"Foi um importante avanço desse grupo de países, que se beneficiaram do bom momento das matérias primas", completou.

Embora os americanos dominem o ranking mais uma vez, com 413 representantes, é a primeira vez que dois países que não sejam os Estados Unidos fornecem mais de 100 bilionários, e os responsáveis são exatamente China e Rússia, com 115 e 101, respectivamente.

Slim acumula uma fortuna de US$ 74 bilhões, segundo a revista, e se destaca também como bilionário que mais aumentou sua riqueza desde a lista passada, tendo ganhado 20,5 bilhões.

"Slim tem numerosos negócios, mas no das telecomunicações ele foi muito bem. Sua gestão demonstra a virtude da diversificação e também o bom momento das telecomunicações", comentou Forbes, que é seguido por Gates (56 milhões) e Buffett (50 milhões), que se intercalaram na liderança por 15 anos até 2009.

"A distância entre Slim e as fortunas de Gates e Buffett é cada vez maior. Gates doa cada ano uma parte de sua fortuna e, se não tivesse feito nenhuma contribuição a suas fundações, estaria muito perto do número um", acrescentou o presidente do grupo editorial sobre os três primeiros postos de uma lista composta por 1.210 pessoas, um recorde após a incorporação de 214 novos integrantes.

A riqueza total também aumentou, indo de US$ 3,6 no ano passado para US$ 4,5 trilhões neste ano.

"O crescimento dos milionários em nossa lista reflete o que ocorre na economia mundial. Mostra o crescimento do sentimento empresarial: a criação de riqueza aumentou no planeta", analisou Forbes.

Nos dez primeiros lugares destacam-se ainda a presença do francês Bernard Arnault, presidente do número um mundial do luxo, LVMH, e que passa do sétimo ao quarto lugar com US$ 4 bilhões, e do terceiro americano mais rico: Lawrence Ellison (5), com US$ 39,5 bilhões.

Também há dois magnatas indianos: o empresário do aço Lakshmi Mittal (6) com US$ 31,100 bilhões e Mukesh Ambani (9), com negócios farmacêuticos, de gás e petróleo, com os quais conseguiu US$ 27 bilhões.

Um posto acima de Eike está o espanhol Amancio Ortega (7), fundador e presidente da Inditex e que escalou dois postos com uma fortuna de US$ 31 bilhões.

A herdeira do fundador das lojas de departamento Wal-Mart Christy Walton fecha com uma fortuna de US$ 26,5 bilhões os dez primeiros lugares do ranking.

As dez pessoas mais ricas no mundo segundo a "Forbes" são:


1. Carlos Slim (
Claro, Embratel, Telmex)
2. Bill Gates (EUA, tecnologia/Microsoft)
3. Warren Buffett (EUA, finanças)
4. Bernard Arnault (França, moda/Louis Vuitton)
5. Larry Ellison (EUA, tecnologia/Oracle)
6. Lakshmi Mittal (Índia, siderurgia)
7. Amancio Ortega (Espanha, loja de roupas Zara)
8. Eike Batista (Brasil, mineração e petróleo)
9. Mukeshi Ambani (Índia, petroquímica)
10. Christy Walton (EUA, Wal-Mart)